Freguesia de São João Baptista

 

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Tesoureiro

Maria da Conceição Gordo Fautino - Tesoureira - PS - 

 

 

 

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Secretária

Alice Duarte - Secretária - PS

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Presidente

Rui Maurício -

Presidente -

PS - Atendimento ao Público às quartas-feiras, no período da tarde, entre as 14h30 e as 16h30

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RECENSEAMENTO ELEITORAL

O Recenseamento Eleitoral é regulado pelas Lei nº. 13/99 de 22 de Março e nº. 3/2002 de 08 de Março, das quais se destaca o seguinte:

 

 

1 - O recenseamento eleitoral é oficioso, obrigatório, permanente e único para todas as eleições por sufrágio directo e universal e referendos, e abrange todos os cidadãos nacionais que gozam de capacidade eleitoral activa.

 

2 - Todos os cidadãos nacionais residentes no território nacional maiores de 18 anos, têm o direito e o dever de promover a sua inscrição no recenseamento, bem como de verificar se estão inscritos e, em caso de erro ou omissão, requerer a respectiva rectificação.

      A lei permite que se possa fazer o recenseamento eleitoral com 17 anos de idade, ficando provisório até completar os 18 anos de idade. Só poderá exercer o seu direito de voto após os 18 anos.

 

3 - A inscrição dos eleitores no recenseamento também pode ser feita oficiosamente pela respectiva comissão recenseadora.

 

4 - O recenseamento é voluntário para:

a) - Os cidadãos nacionais residentes no estrangeiro;

b) - Os cidadãos da União Europeia, não nacionais do Estado Português, residentes em

       Portugal;

c) - Os cidadãos nacionais de países de língua oficial portuguesa, residentes em Portugal;

d) - Outros cidadãos estrangeiros residentes em Portugal.

 

5 - Ninguém pode estar inscrito mais do que uma vez no recenseamento nacional.

 

6 - As circunscrições de recenseamento no território nacional, são as freguesias.

 

7 - Os eleitores são inscritos nos locais de funcionamento da entidade recenseadora, (Junta de Freguesia), correspondente à residência indicada no seu bilhete de identidade, ou, no caso dos cidadãos previstos no número 4, nos locais de funcionamento da entidade recenseadora correspondente ao domicílio indicado no título de residência emitido pela entidade competente.

 

8 - No território nacional e no estrangeiro, as operações de inscrição, bem como as de alteração e eliminação de inscrições, para o efeito de actualização do recenseamento, decorrem a todo o tempo, excepto nos 60 dias que antecedem cada eleição ou referendo.

 

9 - A inscrição no recenseamento é promovida pelo eleitor mediante a apresentação do bilhete de identidade e o preenchimento de um verbete de inscrição assinado pelo eleitor.

 

10 - O recenseamento é efectuado pelas comissões recenseadoras durante o período normal de funcionamento das entidades em cujas sedes se encontram instaladas, (Junta de Freguesia).

 

11 - Os eleitores estrangeiros identificam-se através do título de residência ou, no caso dos nacionais da União Europeia, por título válido de identificação.

 

12 - No acto de apresentação do verbete de inscrição, é entregue ao eleitor um cartão, devidamente autenticado pela comissão recenseadora, comprovativo da promoção da sua inscrição.

 

13 - Em caso de extravio do cartão, o eleitor comunica imediatamente o facto, por escrito, à comissão recenseadora da sua área de residência.

 

14 - No caso de transferência de inscrição, o eleitor promove a alteração junto da comissão recenseadora da circunscrição da nova residência, mediante a entrega do cartão de eleitor e o preenchimento de um novo verbete de inscrição.

 

15 - Quem promover a sua inscrição no recenseamento sem ter capacidade eleitoral é punido com pena de prisão até 6 meses ou com pena de multa até 60 dias.

 

16 - Quem promover a sua inscrição em circunscrição de recenseamento diversa da correspondente à área da residência constante no bilhete de identidade ou no título de residência é punido com pena de prisão até 1 ano ou com pena de multa até 120 dias.

 

17 - Quem, por violência, ameaça ou intuito fraudulento, induzir um eleitor a não promover a sua inscrição no recenseamento eleitoral ou a promover a sua inscrição fora da circunscrição de recenseamento da área da sua residência, é punido com pena de prisão até 2 anos ou com pena de multa até 240 dias.

 

18 - Quem, com intuito fraudulento, modificar ou substituir o cartão de eleitor é punido com pena de prisão até 6 meses ou pena de multa até 60 dias.

 

 

 

 

 

NOTA: - A leitura do que fica descrito nesta página, porque se trata de um extracto da lei, não dispensa a consulta e análise dos diplomas em vigor sobre esta matéria e que serviram de base à elaboração da página.

 

A Junta de Freguesia de S. João Baptista, leva ao conhecimento da população em geral e dos detentores de canídeos e gatídeos em particular, os procedimentos a tomar, em relação a estes animais, de acordo com o consignado na lei.

Vacinação anti-rábica
É anual, para todos os canídeos, e obrigatória a partir de três meses de idade. 
Para os gatídeos, é obrigatória, desde que participem em concursos, para os restantes, só em regime de voluntariado
 

Identificação Electrónica (microchip)
É obrigatória, entre os 3 e os 6 meses de idade, para os cães de caça, cães perigosos ou potencialmente perigosos e cães em exposição, para fins comerciais.
A partir de 01/07/2008 a obrigatoriedade da identificação electrónica é para todos os cães, entre os 3 e os 6 meses de idade.
A identificação electrónica para os gatos será fixada em data e definir por despacho do Ministério da Agricultura Desenvolvimento Rural e Pescas.


Registo e Licenciamento de Canídeos e Gatídeos
Os cães entre os 3 e os 6 meses de idade, e até 30 dias depois de serem vacinados, são obrigatoriamente, registados e licenciados na Junta de Freguesia de residência do seu detentor.
No acto do registo e licenciamento de cães e gatos é necessário que:
- O seu detentor esteja recenseado na Junta de Freguesia de residência;
- Apresente: 
- Bilhete de Identidade;
- Número de contribuinte;
- Carta de Caçador, actualizada, (para cães de caça);
- Boletim Sanitário das vacinas, actualizado;
- Ficha de Registo de SICAFE de Identificação Electrónica, (quando obrigatória).
Para os cães e os gatos para os quais seja obrigatória a identificação electrónica, o seu detentor, no acto do registo, terá que apresentar documento de prova da identificação, até 30 dias após a respectiva identificação.
O registo dos gatos é obrigatório, até 30 dias depois da sua identificação electrónica, quando esta tenha ocorrido.
O licenciamento é obrigatório e é sujeito a renovações anuais, sob pena de caducar.
Para a posse e registo de animais perigosos ou potencialmente perigosos, são exigidas condições de alojamento, segurança, e documentação especiais, nomeadamente e para além dos documentos exigidos para ou outro animais, os seguintes:
- Registo criminal, do detentor;
- Seguro de responsabilidade civil, do animal.
A licença de cães perigosos ou potencialmente perigosos pode ser solicitada, ao detentor, pelas autoridades competentes em qualquer momento, devendo aquando da deslocação dos seus animais, estar sempre acompanhado dos respectivos documentos.


Outras obrigações dos detentores
Comunicações obrigatórias à Junta de Freguesia:
- Morte, desaparecimento ou cedência do animal, (no prazo de 5 dias)
- Alteração de residência, (no prazo de 30 dias)
- Extravio do Boletim Sanitário, (no prazo de 30 dias)
- A posse de qualquer animal identificado, que tenha encontrado, 
(no prazo de 10 dias)


Coleira ou peitoral
É obrigatório o uso por todos os cães e gatos que circulam na via ou lugares públicos de coleira ou peitoral, no qual deve estar colocado, o nome e a morada ou telefone do detentor.


Açaimo e trela
É proibida a presença na via ou lugares públicos de cães sem estarem acompanhados pelo seu detentor e sem açaimo funcional, excepto, quando conduzidos à trela, em provas e treinos, ou tratando-se de animais utilizados na caça, durante os actos venatórios.


Alojamento de cães e gatos
O alojamento de cães e gatos em prédios urbanos rústicos ou mistos, fica sempre condicionado à existência de boas condições do mesmo e ausência de riscos higio-sanitários relativamente à conspurcação ambiental e doenças transmissíveis ao homem.
Nos prédios urbanos podem ser alojados até três cães ou quatro gatos por cada fogo não podendo no total ser excedido o número de quatro animais, salvo raras excepções.


Cães vadios e abandonados
Os cães e gatos encontrados na via ou lugares públicos sem estarem acompanhados pelo seu detentor, serão considerados vadios ou errantes e sujeitos a ser capturados.
Considera-se abandono de animais a não prestação de cuidados no alojamento, bem como a remoção efectuada pelos seus detentores para fora do domicílio ou dos locais onde costumam estar mantidos, com vista a pôr termo à sua detenção.


Cães perigosos
Os cães são considerados perigosos, quando:
- Tenham atacado o corpo ou a saúde de uma pessoa;
- Tenham ferido gravemente ou morto, outro animal fora da propriedade
do detentor;
- Sejam considerados voluntariamente pelo seu detentor;
- Sejam considerados pela autoridade competente.


Cães potencialmente perigosos
São considerados potencialmente perigosos, os cães das raças:
- Cão de fila Brasileiro;
- Dogue Argentino;
- Pit bull terrier;
- Rottweiller;
- Staffordshire bull terrier;
- Tosa inu.

Para os cães perigosos e potencialmente perigosos estão previstas medidas de segurança especiais de circulação.






NOTA: - A leitura do que fica descrito nesta página, porque se trata de um extracto da lei, não dispensa a consulta e análise dos diplomas em vigor sobre esta matéria e abaixo referidos, que serviram de base à elaboração da página.



          (Extracto da legislação em vigor, que a seguir se indica:
 

            (Portaria nº. 81/2002 de 24 de Janeiro)
            (Dec Lei nº. 276/2001 de 17 de Outubro)
            (Dec Lei nº. 312/2003, 313/2003, 314/2003 e 315/2003 de 17 de Dezembro)
            (Portaria nº. 421/2004 e 422/2004 de 24 de Abril)
            (Portaria nº. 585/2004 de 29 de Maio)

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IMAGEM DA FREGUESIA

A Freguesia de São João Baptista passou a ter uma nova imagem que a caracteriza e identifica com os símbolos do Entroncamento, nomeadamente o carril e as cores vermelho e preto. Para a sua criação foram consideradas as raízes históricas do Entroncamento.

“O Entroncamento nasceu em meados do séc. XIX, com os alvores da construção ferroviária e começou por ser uma simples estação de caminhos-de-ferro”.

Conscientes das raízes e da importância do seu complexo ferroviário na história dos caminhos-de-ferro portugueses para a população do Entroncamento, o carril foi assim, a principal inspiração do autor do projecto para o desenvolvimento da identidade corporativa da Junta de Freguesia de São João Baptista.

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SÍMBOLOS HERÁLDICOS

 

Ordenação heráldica do brasão, bandeira e selo 

Brasão: - Escudo de azul, dois perfis de carril de prata, guarnecidos de ouro e “Agnus Dei” de prata nimbado de ouro, sustendo uma vara crucífera de ouro, com lábaro de prata, carregado de cruz firmada de vermelho. Coroa mural de prata de três torres. Listel branco, com a legenda a negro: “SÃO JOÃO BAPTISTA – ENTRONCAMENTO”.

Bandeira: - Amarela. Cordão e borlas de ouro a azul. Haste e lança de ouro.

Selo: - Nos termos da lei, com a legenda: “Junta de Freguesia de São João Baptista – Entroncamento”.
 

 

Publicado no Diário da República II Série,
nº. 28 de 08/02/2007

Simbologia do Brasão da freguesia

Escudo azul – Representa o azul do horizonte por onde se entroncam e cruzam caminhos.

“Agnus Dei” – Representa o conjunto da imagem de S. João Baptista que simboliza a origem e crescimento da cidade do Entroncamento, junto da Capela das Vaginhas dedicada a S. João Baptista.

Perfis de carril de prata, guarnecidos a ouro, com os respectivos “tirefonds” – Simbolizam a grande importância que o caminho de ferro teve na vida económica do Entroncamento e o carácter ferroviário da cidade e desta freguesia em geral.
Sem carril não haveria caminho de ferro e sem este não haveria “Entroncamento”.
 

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JARDIM SERRÃO LOPES

 

Possuidor de uma área com cerca de dois hectares, a Zona Verde é o maior jardim da cidade do Entroncamento. Construído em 1982 conquistou a preferência de muitas pessoas do Entroncamento e de outras que nos visitam. É constituído por um frondoso arvoredo e amplos espaços ajardinados.

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CENTRO CULTURAL - ANTIGO MERCADO DIÁRIO

 


Em forma de resenha histórica, apresentamos as principais datas relacionadas com o edifício do antigo Mercado Diário, actual Centro Cultural:

- 1914: A Cooperativa de Ferroviários e Aderentes (S.C.F.A.) compra, a D. Maria Efigénia da Silva Rebelo, um olival situado em frente da sua sede, com intenção de que ali se concentrassem todos os pontos de venda (os vários mercados ao ar livre) que existiam espalhados pela povoação. 

- 1921/22: A Câmara de Vila Nova da Barquinha envia um ofício à Cooperativa, propondo a cedência, por parte desta, do terreno acima referido onde ficaria instalado o Mercado do Entroncamento. Desta forma, as entidades oficiais sobrepõem-se aos planos de uma entidade particular – a Cooperativa. 
 



- 16/05/1922: A Cooperativa responde impondo as suas condições.

- 1923(?): Escritura Pública de cedência do terreno em questão entre a Câmara da Barquinha e a Cooperativa.

- 1924(?): A Comissão Financeira de Melhoramentos do Entroncamento, tendo à frente o vereador José Marques Agostinho e José Duarte Coelho, manda efectuar um pavimento térreo no aludido terreno para se realizar a praça diária. A planta desse terrado foi efectuada pelos engenheiros da C.P., Aboim e Araújo.

- 17/06/1926: a dita Comissão estabelece os preços de aluguer do referido terrado.

- 25/08/1926: Com a criação da Junta de Freguesia do Entroncamento, a praça passou a ser administrada por esta entidade.

- 10/01/1930: Negociações da Junta de Freguesia do Entroncamento com a Casa Dargent para construção do edifício do Mercado Diário.

- 12/02/1930: A Junta do Entroncamento tomou conhecimento das condições pedidas pela referida firma para a cobertura do Mercado Diário, o que ficaria em 280 000$00.

- Fevereiro de 1930 (?): Iniciam-se as obras do edifício do Mercado Diário, tendo-se a firma L. DARGENT L.DA, associado em colaboração com a EMPRESA CONSTRUTORA DE PEDROUÇOS, dirigida por António dos Santos Fonseca.

- 01/11/1930: Inauguração do edifício do Mercado pelas 08H00 da manhã. A construção contém 26 lojas e várias bancas no seu interior.

- 27/02/1931: Através de ESCRITURA DE TRANSFERÊNCIA DO MERCADO COBERTO DO ENTRONCAMENTO, a Câmara da Barquinha transfere a propriedade do edifício e todos os direitos sobre o Mercado para a Junta do Entroncamento.

- 16/07/1932: O Decreto Lei n.º 21471 Autoriza a Câmara da Barquinha a ceder gratuitamente à Junta de Freguesia do Entroncamento, uma parcela de terreno para nêle ser construído um mercado diário, isto já depois de o edifício ter sido inaugurado.

- 05/09/1932: Entregou a Junta à Casa Dargent a quantia de 300 mil escudos, o preço final da obra.

- 22/11/1945: No Decreto Lei n.º 35184, que cria o concelho do Entroncamento, aparece referido o edifício do Mercado Diário como uma das infra-estruturas existentes à data da criação da nova unidade administrativa.

- Maio de 1983: Encerramento do edifício do Mercado Diário devido à inauguração do Mercado Novo.

- 21/05/1984: A Memória Descritiva e Justificativa do G.A.T. de Torres Novas para adaptação do Antigo Mercado Municipal a Centro Cultural revela a importância e singularidade do edifício em causa.

- 1986/91: Obras de recuperação do edifício do antigo mercado tendo em vista a sua transformação em centro cultural.

- 24/11/91: Inauguração do Centro Cultural do Entroncamento, integrada nas comemorações do 46º Aniversário do Concelho do Entroncamento. 

 

Retirado do livro
“O Edifício do Mercado Municipal, Hoje, Centro Cultural do Entroncamento”,
por Luís Miguel Preto Batista 
 

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CHAFARIZ DAS VAGINHAS

 

As principais datas históricas relativas a este chafariz: 

- 9 de Junho de 1931 – A Junta de Freguesia deliberou mandar colocar uma bomba nova no poço das Vaginhas (a antiga bomba era movimentada à mão através de uma roda metálica com manípulo) e construir um chafariz sobre a mesma.

- 7 de Julho de 1932 – Aprovou-se a planta do chafariz

- 12 de Julho de 1932 – Foi apreciado o projecto do chafariz, organizado e deliberado mandá-lo a Sua Ex.ª o Governador Civil do Distrito com o pedido de subsídio de 15 mil escudos para execução do trabalho. 
 

- 17 de Agosto de 1932 – Foi apreciada a planta do chafariz feita gratuitamente pelo Arquitecto Cottinelli Telmo (os cálculos foram efectuados pelo Eng.º Sousa Nunes, Chefe de Divisão de Via e Obras) e também foi deliberado comunicar à Casa Capucho a recepção da bomba.

- 3 de Junho de 1933 – Foi deliberado agradecer aos Exmos. Sr. Governador Civil e Ministro das Obras Públicas pela dotação do chafariz das Vaginhas. Também nesta data foi deliberado mandar construir pelo Engenheiro Sequeira o referido chafariz e oficiar às Obras Públicas de Santarém participando o início da obra.

- 12 de Junho de 1933 – Foi deliberado mandar limpar o poço das Vaginhas e colocar-lhe dois anéis de cimento em substituição do que tinha em madeira.

- 23 de Junho de 1933 – Foi a inauguração do chafariz das Vaginhas com a presença do Presidente da Câmara Municipal da Barquinha e do Administrador do Concelho. Por proposta do Presidente da Junta convidou-se a pessoa mais idosa das Vaginhas, Sr.ª D. Cândida Agostinho, para, pelas 20 horas, abrir uma das torneiras. O chafariz e a bomba custaram 22.612$00.

- Na parte do chafariz, fronteira à Capela de S. João Baptista, pode-se ler: 
 

“MANDADO CONSTRUIR 
PELA JUNTA DE FREGUESIA 
E INAUGURADO 
EM 23 DE JUNHO DE 1933”.

Retirado do livro “Os Casais das Vaginhas”, de
Luís Miguel Preto Batista

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